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Ontem, no Fórum Social Mundial 2018, em Salvador, Bahia, Brasil, as professoras e estudiosas de Etnomatemática, Eliane Costa Santos (Doutora em Educação e professora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira – UNILAB), Marcele Almeida (Mestre em Matemática e professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia – IFBA) e Olenêva Sousa (Doutora em Educação Matemática e coordenadora da Red Latinoamericana de Etnomatemática, no Brasil – RELAET-Brasil), juntamente com os estudantes de graduação, Emanuel Pereira Martins, Milena da Silva Garcia e Vanusa Pereira Tavares (UNILAB). levaram à discussão a temática ‘Etnomatemática: saber-fazer é fazer-saber’.

Confira a discussão e fotos!

Pauta da roda de conversa:
Que diferentes e diferenças fazem parte, nós sabemos. Um dos aspectos mais conflituosos desses diferentes e diferenças é a geração de conhecimentos diferentes, decorrentes das diferenças.
Sim, isso é diversidade!
Então, como lidar com os conflitos das diferenças e entre diferentes?
O Programa Etnomatemática é uma epistemologia de caráter transdisciplinas e transcultural, que considera o aspecto político na geração, organização e difusão do conhecimento, elemento vital à sobrevivência e transcendência. A discussão busca provocar reflexões acerca do papel da Etnomatemática nos conflitos epistemológicos entre diferentes e suas diferenças e inspirar ações de resistência às hierarquias de conhecimento e à dicotomia entre o saber e o fazer. Em síntese, fundamentada em Etnomatemática, a proposta é um convite a colocar em pauta a seguinte afirmação: saber-fazer é fazer-saber.
saber-fazer é fazer-saber
saber-fazer é fazer-saber
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