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“A Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as – ABPN, a Universidade Federal de Uberlândia – UFU e o Consócio Nacional de Núcleos de Estudos Afro-brasileiros – CONEABs têm a satisfação de convidar a comunidade de pesquisadores/as, profissionais da educação básica e ativistas do movimento social para o X Congresso Brasileiro de Pesquisadores/as Negros/as – X COPENE, evento que ocorrerá de 12 a 17 de outubro de 2018 na Universidade Federal de Uberlândia – UFU, em Uberlândia/MG.”

Informe: http://www.copene2018.eventos.dype.com.br/

Submeta trabalhos à Sessão Temática “Etnomatemática, saberes tradicionais e o contexto escolar”:

http://www.copene2018.eventos.dype.com.br/simposio/view?ID_SIMPOSIO=101

“O X Congresso Brasileiro de Pesquisadores/as Negros/as – X COPENE tem como objetivo constituir-se enquanto espaço de divulgação, circulação e promoção da produção científica dos/as pesquisadores/as negros/as e de estudiosos/as das temáticas vinculadas à população negra, sob a perspectiva do diálogo entre os povos africanos e da Diáspora, com vistas aos debates e reflexões acerca da intelectualidade negra nos diferentes campos e áreas do conhecimento científico e do saber, e também sob a perspectiva da resistência, do enfrentamento e do combate às diversas formas de racismo, de forma particular a segregação dos negros e negras nos espaços sociais e na produção acadêmica. Este evento reunirá professores/as, pesquisadores/as e estudantes das mais diversas instituições acadêmicas de todas as regiões do Brasil, ativistas dos movimentos sociais e convidados estrangeiros.”

Sessão Temática: Etnomatemática, saberes tradicionais e o contexto escolar

Coordenadores: Vanisio Luiz da Silva, Cristiane Coppe de Oliveira, Eliane Costa Santos

Resumo: A presente seção temática pretende promover debates e reflexões acerca do lugar da cultura popular (saberes tradicionais de conhecimento) na educação escolar. A partir de pesquisas na dimensão do Programa Etnomatemática, percebeu-se a invisibilidade dessa temática nas práticas educacionais em matemática, mesmo que em espaços culturalmente diferenciados tal como comunidades quilombolas.
Nesta perspectiva, pautando-nos nas teorizações de D´Ambrosio (2015) acerca da dimensão educacional da Etnomatemática, nas ideias de Coppe-Oliveira (2012)sobre os saberes e fazeres etnomatemáticos de matriz africana, de Trindade (2007) acerca da relevâncias dos valores civilizatórios afro-brasileiros, bem como de outros teóricos, receberemos propostas de trabalhos que apontam a necessidade de minimizar a distância entre os saberes tradicionais e o contexto escolar no que tange ao processo de ensino e de aprendizagem em matemática. Espera-se com esta seção que surjam novas perspectivas para se pensar em uma educação matemática anti-racista, que respeite e utilize como riqueza os saberes tradicionais no espaço escolar.”